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Poemas
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"Diz a minha mãe que eu comecei a fazer versos aos 5 anos e aos 10 tive a comoção de ver os primeiros impressos e públicos.
Escrever poemas foi sempre para mim um estado de angústia, um sofrimento autêntico. Amorteci todo esse sofrimento durante anos até ao dia em que por motivos dolorosos me desfiz dele por completo na ingénua presunção de que me atrapalhava. Sobre isso passaram vinte anos.

Após eles... tive trágica conversa comigo mesmo, a sós, e resolvi nascer de novo."

Carta a Jorge de Sena, de 29-12-1963 

 

Aos seus 5 anos de idade, Rómulo de Carvalho/António Gedeão já escrevia pequenos poemas. Desde então foi desenvolvendo e desfrutando do seu talento para a poesia. “Pedra Filosofal” e “Lágrima de Preta” são os poemas com maior destaque na sua carreira.

Poemas de António Gedeão

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Título do artigo
Amador sem coisa amada
Amor sem tréguas
Calçada de Carriche
Dia de Natal
Estrela da Manhã
Fala do homem nascido
Gota de Água
Impressão Digital
Lágrima de preta
Mãezinha
Máquina do mundo
Pedra Filosofal
Poema da malta das naus
Poema da Pedra Lioz 
Poema de me chamar António
Poema do Autocarro
Poema do Coração
Poema do Homem Só
Poema do homem-rã
Poema para Galileu
Saudades da Terra
Tempo de poesia
Trovas para serem vendidas na travessa de S. Domingos
 
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